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19/08/2017

Zorin OS 12 - Linux com visual de Windows


O Zorin OS 12 é baseado no sistema operacional Ubuntu 16.04 LTS (Xenial Xerus) e vem com o ambiente de trabalho padrão Zorin Desktop 2.0.

O Zorin traz o Chromium como navegador padrão e muitos aplicativos novos foram adicionados, como o GNOME Maps, GNOME Weather, GNOME Photos, e GNOME Video. Além disso, os aplicativos como a suíte de escritório LibreOffice 5.1.4 e o editor de imagens GIMP 2.8.16 também estão presentes.

Zorin OS é uma distribuição Linux projetada especialmente para os iniciantes em Linux, principalmente para aqueles que estão chegando do mundo Windows.
O Zorin é talvez a distribuição mais parecida com Windows, muito por causa do seu visual e menu iniciar muito idêntico ao Windows 7.

Características do Zorin

Uma das principais características do sistema operacional Zorin é o esforço para proporcionar familiaridade, independentemente da sua área de trabalho anterior. Através do aplicativo Zorin Appearance você pode alterar a área de trabalho para se assemelhar ao Windows, ou Gnome 3, Gnome 2, MacOS ou o Ubuntu Unity (sendo que os últimos 3 temas de aparência só estão disponíveis na edição Ultimate, a versão paga).

Dependendo da sua escolha de aparência, tudo na sua área de trabalho fica mais simples, exigindo menos de um usuário iniciante.
O Zorin Desktop agora possui suporte para exibição de alta resolução que permite que a interface se ajuste automaticamente em qualquer dispositivo que esteja executando, seja um laptop ou tablet, com os ícones permanecendo alinhados.

O ambiente Zorin Desktop 2.0 apresenta uma interface de tonalidade escura que contrasta bem com as janelas do aplicativo, permitindo "uma clara distinção entre a interface do sistema e o aplicativo que você está trabalhando".


Alterações importantes do Zorin

Agora você pode vincular sua Conta do Google ao Zorin OS 12 para poder navegar em seus arquivos do Google Drive dentro do Navegador de arquivos e também exibir suas Fotos do Google sincronizadas no aplicativo Fotos. Configure isso abrindo o painel "Contas Online" das Configurações e efetuando login em sua Conta do Google.
O Zorin OS agora possui notificações mais ricas e interativas, pois agora você pode responder a notificações em tempo real (como em smartphones e tablets) sem interromper seu fluxo de trabalho.
A equipe do sistema operacional Zorin também planeja disponibilizar grandes lançamentos uma vez a cada 2 anos, concentrando-se em uma versão que permitirá "forneçer a melhor experiência possível a todos que usam Zorin OS".


Como baixar e instalar o sistema operacional Zorin

O Zorin possui um processo de instalação direto, como o Ubuntu. Você verá a opção de instalar o Zorin OS 12 ou simplesmente experimentá-lo sem instalar.
Zorin está disponível em 2 edições principais. Primeiro, há a edição Core que vem com todos os elementos essenciais para o PC do dia a dia.

Ele vem com o Suite LibreOffice, alguns utilitários, layouts de desktop Windows e Gnome 3 e suporte para algum aplicativo do Windows via PlayOnLinux.
A outra edição, a Ultimate, vem com software para todas as suas necessidades de negócios, mídia e jogos. A edição final vem com tudo da edição Core, bem como com aplicativos de negócios e mídia, mais de 20 jogos, além de layouts de desktop MacOS, Gnome 2 e Unity e suporte para papéis de parede em vídeo.

Download - Zorin OS 12


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01/07/2017

Deepin, a distro Linux de visual estiloso


O Deepin 15.4 foi lançado em 19 de abril de 2017. A área de trabalho e todas as aplicações nativas do Deepin são muito bonitas, sendo únicas com seus próprios conceitos, com simplicidade em cada layout. Você não encontrará um desktop como este, não no MacOS, nem no Windows, nem mesmo no Ubuntu, mas apenas no sistema Deepin. Portanto, este artigo tratará apenas da aparência visual do sistema, o que pode ser muito útil para novos usuários se familiarizarem com o maravilhoso mundo Linux.

1. Visão Geral

Vamos examinar suas 3 partes principais que são: a área de trabalho, a barra lateral e o painel.
A aparência do menu da área de trabalho é em tela cheia, não uma cascata como no KDE ou no Windows.

A tela de login também é interessante. Ele mostra um design simples, com uma caixa de texto de login, relógio e data centrada no canto inferior esquerdo. Na tela de bloqueio (tela que trava o sistema após o tempo de inatividade durante algum tempo), você ainda pode reproduzir áudio (se a Deepin Music estiver executando atrás) usando os botões de controle no canto inferior direito. Veja os botões play / pause e forward / backward abaixo.


2. Conceito de área de trabalho

O usuário interage com o Deepin através de 3 componentes principais da área de trabalho: o menu, a barra lateral e o painel. Toda janela de aplicação tem o botão de fechar superior esquerdo, com o botão de menu na barra de título. Todas as configurações do usuário e do sistema feitas através da barra lateral (chamada Centro de Controle) que podem ser mostradas por ponteiro, clique no botão de engrenagem ou clique com o botão direito na área de trabalho. Os ícones de atalho podem ser colocados na área de trabalho. As escolhas da posição do painel são 4 (superior-inferior-esquerda-direita) e suas escolhas visuais são 2 (painel tipo MacOS ou painel semelhante ao Windows). Ao ver esses fatos, podemos entender o conceito de interface de usuário profunda que está misturando muitos aspectos do Windows e MacOS.

3. Wallpapers

São 24 novos papéis de parede nesta versão do Deepin 15.4. Eles são armazenados no diretório / usr / share / wallpapers. Como você pode saber, este conjunto de papel de parede é muito bonito e de ótima qualidade.

A maneira de mudar o papel de parede é muito familiar: clique com o botão direito do mouse na área de trabalho> Configurar papel de parede> selecione um.
 

4. Uso da memória

Ainda é importante ver informações de memória, embora este artigo seja menos técnico. Por curiosidade, depois de instalado, o Deepin 15.4 consome cerca de 730MB de RAM. É surpreendentemente baixo em comparação com a versão Beta (revisada), inferior ao Ubuntu Zesty (1GB) e Ubuntu Budgie (850MB). Este 700MB é relativamente baixo tendo em vista os recursos visuais proporcionados, embora o Deepin não possa vencer o Kubuntu Zesty (400MB) e o Xubuntu (330MB).

Para ser mais preciso, os processos que consomem mais memória aqui são python2 (48MB), deep-wm (37MB), dde-launcher (33MB) e dde-dock (25MB). Se você olhar de perto, quase todos os processos são nativos do Deepin. E você deve notar que o python2 no topo é um processo que executa o Deepin Screenshot (o programa que uso para tirar essas capturas de tela).

5. Instalador

O Deepin 15.4 possui um novo instalador de sistema operacional muito simples. O design reflete o estilo 15.4 que é translúcido. Este instalador tem etapas semelhantes à Ubiquity (o instalador do sistema do Ubuntu), mas com a criação de nome de usuário no início.

6. Barra lateral

O Deepin possui seu próprio painel de controle como barra lateral direita, chamado Control Center. Esta barra lateral cobre todas as configurações do sistema, além do incrível editor de inicialização GRUB. A barra lateral pode ser aberta de 3 maneiras: pressionando o ponteiro para o canto inferior direito, clicando no botão de engrenagem ou abrindo qualquer componente (por exemplo, clique com o botão direito do mouse na área de trabalho> Configurações de exibição).

Bootloader Visual Editor
O usuário pode reorganizar as entradas do GRUB e alterar a imagem de fundo da barra lateral. É muito legal ver que essa é uma ferramenta para evitar erros de usuários não-técnicos na edição GRUB manualmente. Mas, novamente, a Deepin Team tornou isso simples e bonito, com apenas dois botões de slide, uma imagem de arrastar e soltar para mudar de fundo e arrastar para reorganizar as entradas. Acredito que não há qualquer recurso semelhante a este em outras distribuições Linux.
 Se você quiser ver Detalhes, versão do SO e resumo de hardware, você encontra na barra lateral. Ele mostra informações genéricas, como versão (15.4 Desktop), arquitetura (64Bit), processador e memória. Ele mostra inclusive o nome do desenvolvedor, Wuhan Deepin Technology.



7.Painel

O painel tem dois modos, Fashion (padrão) e Efficient. Na verdade, o painel imita em aparência a barra do MacOS e Efficient a do Windows 7. O Painel Deepin  possui seleções de tamanho múltiplo (grande-médio-pequeno), locais (superior-inferior-esquerda-direita) e esconderijo inteligente (oculto-mostrado-inteligente). A ideia do Deepin é atrair usuários do Windows e MacOS por esse recurso. E além disso, os usuários do KDE e do Cinnamon também podem achar interessantes.

8. Audio Player

Deepin pode reproduzir MP3 por padrão usando o Deepin Music. Ele também suporta o áudio OGG. A interface é simples, com todos os botões no painel inferior, sem qualquer barra de menu (por isso, é diferente de Rhythmbox ou Amarok). Ele suporta recursos favoritos, como playlist, shuffle, repetição, letra, currículo da última posição e atalhos personalizados. Como você pode adivinhar, a Deepin Music também é simples em recursos, não vem com recursos avançados como equalizador, visualizador, controle de velocidade ou repetição A-B. No geral, esse player cumpre a necessidade de reprodução de áudio diária.

9. Vídeo Player

Deepin Movie pode reproduzir formatos bem conhecidos (MP4, FLV) e também formatos livres (OGV, WEBM). Este reprodutor de vídeo é simples na interface, mas está completo em recursos. Ao reproduzir o vídeo, esconde todos os botões e até a barra de título, para torná-lo semelhante ao cinema, mas um clique revela todos os botões.

Pode parecer simples, mas na verdade tem muitos recursos favoritos: lista de reprodução, legenda, tela cheia, tooltip de pré-visualização (semelhante ao YouTube), repetição, atalhos de teclado personalizados, arquivos recentes e reprodução de vídeo do URL.


10. Menu

O Menu do Deepin tem 2 modos: padrão e categorizado. O último é semelhante ao Unity Dash no Ubuntu. Você muda o modo de menu clicando no botão de modo no canto superior esquerdo. Este menu é fácil de navegar (tem apenas movimento de cima para baixo) e fácil de usar. Se você estiver familiarizado com a adição de ícone de atalho na área de trabalho (Windows) ou no Painel (MacOS), você gostará deste menu.

Você pode adicionar qualquer ícone ao Painel, clicando com o botão direito do mouse em > Enviar para o Painel.

Além disso, você pode adicionar ícone à área de trabalho, clicando com o botão direito do mouse em > Enviar para a área de trabalho. Isso lhe dará o atalho do aplicativo em sua área de trabalho.

Além disso, você também pode facilmente adicionar qualquer aplicativo à inicialização clicando com o botão direito do mouse > Adicionar à inicialização.

O último e o melhor, você pode desinstalar qualquer aplicativo clicando com o botão direito do mouse> Desinstalar> pressionar Confirmar quando solicitado. Este recurso é incrivelmente amigável para a maioria das pessoas não-tecnicas (e na verdade encontramos isso no Android) e o Deepin é o primeiro a trazer isso em desktops GNU / Linux. Você pode imaginar mesmo crianças e pessoas idosas usando Deepin porque o menu é muito fácil de controlar?

11. Clique com o botão direito do mouse na área de trabalho

Enquanto alguns desenvolvedores de desktop decidiram fugir do Windows, abandonando o botão direito do mouse na área de trabalho, o Deepin dá esse recurso em vez disso com uma bela aparência translúcida. Você pode criar uma nova pasta, organizar automaticamente ícones, colar, selecionar tudo, mudar de papel de parede e alterar as configurações do monitor. Mas lembre-se de que você não tem o botão Atualizar aqui porque a área de trabalho é atualizada automaticamente.

12. Efeitos da área de trabalho

Pressione Super + W e todas as janelas em execução serão espalhadas com animação suave. Como você pode ver,  a sombra abaixo de cada miniatura de janela torna a área de trabalho mais bonita.

13. Área de trabalho múltipla

Esse recurso é chamado de Visualização Multitarefa e agora pode usar papéis de parede diferentes. Isso me lembra o antigo Mandriva com o KDE 3. Ainda é bonito, como sempre com o atalho Super + S e um botão de mais na seleção de espaços de trabalho.

Para aqueles que não sabem, esse recurso permite que você tenha mais de 1 área de trabalho (chamado de espaços de trabalho) e coloque aplicativos diferentes em diferentes espaços de trabalho. Você move a janela do seu aplicativo arrastando-os de um para outro espaço de trabalho. É possível trabalhar no navegador no primeiro espaço de trabalho enquanto o seu leitor de áudio no segundo e gerenciador de arquivos copiando arquivos enormes no terceiro espaço de trabalho. É por isso que se chama Vista multitarefa.

14. Loja de aplicativos

A Deepin Store também é maravilhosa. Na página inicial, você possui aplicativos em destaque com obras de arte enormes. Essas obras de arte e também as capturas de tela para cada aplicativo são criadas pela Deepin Team.

Pesquisa de software
Encontrar qualquer aplicativo é muito fácil na Deepin Store. Basta ativar sua conexão com a internet e digitar alguma palavra-chave. Aqui um exemplo para encontrar software educacional através da Deepin Store.

Instalando Software
Instalar qualquer aplicativo desejado é muito fácil, basta clicar no botão Instalar. Lembre-se de que precisa de acesso à Internet para instalar qualquer software. É muito arrumado e limpo, mas gostaria que houvesse uma barra de progresso durante a instalação.

15. Gravador de áudio

Este novo Deepin possui o Voice Recorder. É semelhante ao antigo gravador de som apresentado no Ubuntu. Mas, este é incrivelmente mais simples com apenas um botão na tela, uma ação (para gravar), e pode reproduzir o som gravado mais tarde. A simplicidade é muito clara aqui e torna este aplicativo o mais fácil de usar.

16. Screencaster

Outro novo aplicativo é o Deepin Screen Recorder. Este DSR é semelhante ao Kazam no Ubuntu que pode gravar a tela do PC. O que torna o DSR diferente é ser incluído por padrão, e é incrivelmente simples, ainda mais simples que o Deepin Voice Recorder. O DVR é simples, mas ainda possui uma janela. DSR não tem janela, mostra apenas um retângulo de seleção na área de trabalho com apenas uma escolha de formato MP4 ou GIF no centro. Posso compreender a intenção da Deepin Team em incluir isso, para que qualquer usuário possa gravar a tela do PC mais rápido e depois postar instantaneamente no YouTube e nos blogs.

17. Gravador de imagens USB

Um bom exemplo para ver o conceito de design de simplicidade é este Deepin Boot Maker. Veja, existe apenas uma função "Selecionar um arquivo de imagem ISO" em um quadro. Adicionar esse software no Deepin foi uma estratégia muito boa para ajudar os usuários a instalar qualquer sistema operacional.

18. Terminal

O Terminal Deepin atinge a versão 2.1 em 15.4. Este terminal é simples no exterior, mas está completo. Tem o modo Quake (F2), um terminal de cima para baixo como o Guake e o Yakuake no GNU / Linux. Possui um conversor de tema rápido (mostrado abaixo), janela dividida (como Emacs ou Terminix), teclas de atalho personalizadas, comando personalizado (novo recurso) e gerenciamento remoto (novo recurso).

Os comandos personalizados são assim. Não é nada novo, apenas um atalho visual para o comando que você determina, mas ainda é impressionante. Você pode atribuir seu comando favorito (como ping) com seu próprio toque de tecla (como Ctrl + Alt + G) e depois invocá-lo a qualquer momento.

O gerenciamento remoto também não é novo, exceto a representação visual. Você pode fazer um atalho para o login SSH em seus computadores remotos, por exemplo, seu próprio laptop (ele deve ter o servidor openssh instalado). Para usá-lo, basta clicar em um atalho e estar conectado. Com isso, você não precisa mais digitar nenhum comando. Esses dois recursos visam usuários não técnicos tornando a vida deles mais simples com menos comandos no terminal Linux.

Conclusão

O Deepin 15.4 é realmente bonito em todos os detalhes. Toda sua beleza entretanto, custa apenas cerca de 730 MB de RAM no tempo de inatividade. Tem suas aplicações nativas que estão cumprindo as necessidades diárias, completas em recursos e sempre com um visual bonito. O menu da área de trabalho entende os usuários, com recursos extremamente acessíveis. O Centro de Controle também é excelente, fazendo com que os usuários tenham controle total com menor curva de aprendizagem. Eu acredito que para qualquer usuário anterior de Windows, MacOS ou mesmo qualquer outra distro GNU / Linux será fácil mudar para o Deepin.  

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31/05/2017

Como instalar Linux Mint dual boot com Windows


Além do Linux Mint possuir uma excelente área de trabalho, também é uma boa opção como substituto ao Windows. Com os problemas de segurança do Windows, como o recente ataque do vírus ransomware WannaCry, as pessoas estão começando a explorar alternativas de sistema operacional.
Percebemos uma série de dúvidas de como mudar do Windows para o Linux mais recentemente. Saiba entretanto, que você não precisa ser especialista em Linux para instalar o Mint em um PC com Windows. Continue lendo este artigo e veja como fazer isso.


Download Linux Mint

Primeiro, você precisa testar o Linux Mint antes de mudar definitivamente. Felizmente, ao contrário de outros sistemas operacionais, as distros de Linux como a Mint, facilitam a execução de testes antes de instalá-lo.
Para fazer isso, primeiro você precisará baixar uma cópia do Linux Mint, que vem com várias opções de desktops diferentes, como KDE, MATE e Xfce. Neste artigo, vou falar da área de trabalho padrão Cinnamon 3.2. Se você tem um PC 2012 ou mais novo, recomendo que você baixe a versão de 64 bits Linux Mint 18.1 Serena Cinnamon.

REQUISITOS MÍNIMOS DE HARDWARE:
  • 512MB de RAM (1GB recomendado).
  • 9 GB de espaço em disco (recomenda-se 20 GB).
  • Resolução de 1024 × 768
Download Linux Mint 18.1

Prepare suas ferramentas

O arquivo ISO de download possui o tamanho de 1.5GB. Se você não possui um programa gravador ISO, recomendo programas grátis em Windows, como ImgBurn para unidades óticas e Yumi para dispositivos USB.
Outras boas escolhas são LinuxLive USB Creator e UNetbootin.
A menos que você esteja preso a um PC antigo que não inicializará a partir de uma placa USB, recomendo usar uma unidade flash USB. Você pode executar o Linux a partir de um DVD também, apesar de ser mais lento.

Testando o Linux Mint

Depois de instalar o programa gravador e ter o último arquivo ISO Linux Mint na mão, use o programa para queimar a imagem ISO no seu disco ou em sua memória USB. Se você estiver usando um DVD - Mint é muito grande para caber em um CD - verifique posteriormente se seu disco não possui erros de gravação.
Muitos usuários iniciantes podem se decepcionar na instalação do Linux, justamente por não saberem que o problema pode estar na gravação do DVD.
Com um dispositivo USB (Pendrive), você pode configurá-lo como armazenamento permanente para que assim possa armazenar programas e arquivos nele. Desta forma, você pode transportar o Linux e usá-lo como um sistema operacional walk-around em palestras, conferências e bibliotecas!
Em seguida, coloque o seu disco ou USB no PC e reinicie. Em seguida, pressione a tecla de função especial e instrua o firmware da máquina (UEFI) para inicializar a partir do DVD apropriado ou unidade USB (as teclas de função especiais geralmente são F12, F10 ou F2, dependendo do fabricante da placa-mãe), provavelmente você encontrará também a mensagem com as teclas "esc" ou "delete". Se você não ver da primeira vez, não se preocupe com isso. Basta reiniciar e tentar novamente.
Depois de chegar ao SETUP, procure no menu o item "Boot", "Boot Options" ou "Boot Order". Se você não ver nada com a palavra "inicialização", verifique outras opções de menu, como "Opções avançadas", "Recursos avançados da BIOS" ou "Outras opções". Depois de encontrá-la, defina a ordem de inicialização para que seja a partir da unidade de CD / DVD ou de uma unidade USB.
Uma vez que seu PC esteja configurado para inicializar primeiro a partir da unidade alternativa, insira seu DVD ou USB e reinicie. Em seguida, selecione "Iniciar Linux Mint" no primeiro menu. E, a partir daí, você estará executando o Linux Mint.

Neste modo, você ainda não instalou nada no seu PC. Esta é uma oportunidade de testar o Mint.
Usando uma unidade de DVD, o Mint poderá ficar um pouco lento, mas poderá lhe dar uma ideia inicial de como funciona esta interface.

Instalando o Linux Mint

ATENÇÃO: Se você quiser instalar o Linux Mint, primeiro faça um backup completo do seu sistema Windows. Instalar o Linux da maneira que eu descreverei não deve prejudicar sua instalação do Windows, mas é melhor prevenir.
Em seguida, certifique-se de que o seu PC esteja conectado à Internet e dispõe de pelo menos 8GB de espaço livre em disco. Isso foi feito, reinicie o Linux novamente. Depois de exibir o Mint, uma das opções de ícone à esquerda será a instalação do Mint. Clique duas vezes nele.
Surgirá a opção de idioma de instalação e após, clique em "Continuar".


Na próxima etapa você terá a opção de instalar os codecs e drivers proprietários no sistema (lembrando que poderá fazer isso após a instalação do Linux Mint), basta apenas marcar a opção "Instalar softwares de terceiros para gráficos e hardware Wi-Fi, Flash, MP3 e outras mídias"; com isso, o processo de instalação do Linux Mint será um pouco mais demorado, já que será necessário baixar os pacotes necessários pela internet.

A única opção crítica será no momento da partição do seu disco rígido.
Particionar um disco rígido pode tornar-se muito complicado, mas, felizmente, há uma escolha fácil que permitirá que você inicie o dual boot com Windows e Linux Mint. Simplesmente escolha a primeira opção no menu Tipo de Instalação: "Instalar o Linux Mint ao lado do Windows".


Este procedimento irá instalar o Linux Mint em dual boot e deixará o Windows totalmente intacto. Em seguida, será solicitado o quanto deseja reservar de espaço em disco para sua instalação atual. Escolha também qual sistema operacional deseja inicializar por padrão. Não importa qual deles você escolher, você receberá alguns segundos para mudar para o outro sistema operacional sempre na inicialização.
Agora vamos criar o layout da partição para Linux Mint 18. Eu recomendaria que você criasse três partições, uma para / (root), uma para / home e uma para swap.
Primeiro, crie a partição swap. Selecione o espaço livre e toque no ícone + abaixo. Nesta partição, use as seguintes configurações e pressione OK para criar a partição.


Usando as mesmas etapas acima, crie a partição / (root) com as configurações abaixo:


Finalmente, crie a partição /home com as configurações abaixo (use todo o espaço livre disponível).


Depois de terminar de criar o layout da partição, selecione o Windows Boot Manager como o dispositivo para instalar o carregador de inicialização Grub e pressione o botão Instalar agora para confirmar alterações no disco e prosseguir com a instalação.
Em seguida, uma nova janela pop-up irá perguntar se você concorda em fazer mudanças no disco. Clique em Continuar para aceitar alterações no disco.


Na próxima tela escolha a localização mais próxima do mapa e pressione Continuar.


Em seguida, você deve selecionar o layout do teclado e clicar no botão Continuar.
Digite um nome de usuário e uma senha para a conta com privilégios de root, escolha o nome do host do sistema e pressione Continuar para finalizar o processo de instalação.
Depois que todo o processo de instalação tiver terminado, você pode reinicializar o Linux Mint.
O sistema inicializará primeiro no Grub, com o Linux Mint como a primeira opção que será iniciada automaticamente após 10 segundos.
Em computadores com firmware UEFI mais recente, o carregador de inicialização Grub não será exibido por padrão e a máquina iniciará automaticamente no Windows.

ATENÇÃO: A primeira coisa a fazer depois disso é atualizar seu sistema para o software mais recente. Ao contrário do Windows, ao atualizar o Mint, você estará atualizando não apenas seu sistema operacional, mas todos os outros programas, como o navegador da Web padrão, o Firefox; a suíte de escritório LibreOffice; e assim por diante.
Para fazer isso, clique no ícone de escudo na barra de menus. Por padrão, a barra estará na parte inferior da tela e o ícone estará à direita. Ele irá solicitar sua senha e perguntar se você deseja realmente atualizar seu sistema.
Se preferir usar o terminal com privilégios de root, poderá usar os comandos abaixo:
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get upgrade
Agora sim você estará pronto para fazer um teste real em seu novo Linux Mint!

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